segunda-feira, 5 de setembro de 2011

SALVO PELA GENTILEZA


Vou abrir uma exceção na característica do meu Blog com relação a citação dos nomes das pessoas que nunca foram mencionadas aqui, pois, além delas mesmas, uma grande parte dos leitores do Blog conhecem a maioria das pessoas que são retratadas ou mencionadas. Mas no presente caso, para introduzir a pequena estória abaixo com meu testemunho de forma mais real, teria que citar pelo menos o nome incompleto das pessoas.
Isto posto, queremos mencionar nosso costume de tratar bem e cumprimentar pelo nome todos os funcionário das Universidades que dei aula. Destaco alguns como o Nivaldo, inspetor de alunos (o nome antigo era bedel, alguém lembra?) e Zelador do prédio da Praia Vermelha da UFRJ, Faculdade de Economia e Administração na época (FEA). Na UNIFESO aqui em Teresópolis o inspetor de alunos Manoel, já aposentado morando na Tijuca, retribuía meu tratamento com uma prioridade no atendimento que me deixava até constrangido, pois sempre era o primeiro a receber a pauta e os envelopes de provas. Até os zeladores da RCA – TV a cabo gerenciada por meu amigo Rômulo, lembram-se bem do assinante Prof. Angelo. Eram Marcos. Lourenço e Carlos. Parece que um deles já deixou a empresa. Bom, chega de introdução pessoal de algo que considero importante para quem valoriza o  bom relacionamento humano sem descriminações, vamos a estória:

Conta-se esta estória sobre um empregado em um frigorifico da Noruega. Certo dia ao término do trabalho foi inspecionar a câmara frigorifica. Inexplicavelmente, a porta se fechou e ele ficou preso dentro da câmara.
Bateu na porta com força, gritou por socorro, mas ninguém o ouviu, todos já haviam saído para suas casas e era impossível que alguém pudesse escutá-lo pela característica das grandes portas de isolamento término dos frigoríficos.
Já estava quase cinco horas preso, debilitado com a temperatura insuportável que mais um pouco o levaria a morte por hipotermia. De repente a porta se abriu e o vigia entrou na câmara e o resgatou com vida.
Depois de salvar a vida do homem, perguntaram ao vigia:
- Porque foi abrir a porta da câmara se isto não fazia parte da sua rotina de trabalho?        
- Ele explicou: Trabalho nesta empresa há 35 anos, centenas de empregados entram e saem aqui todos os dias e ele é o único que me cumprimenta ao chegar pela manhã e se despede de mim ao sair acrescentando: Fique com Deus. Hoje pela manhã disse “Bom dia” quando chegou. Entretanto não se despediu de mim na hora da saída.
Imaginei que poderia ter-lhe acontecido algo. Por isto o procurei e o encontrei.
Pergunta: Será que você tería sido salvo?? Eu de acordo com a introdução certamente seria... 

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